Opinião • 30/08/2026 às 02:08
A meta declarada por essa coalizão é obter votações expressivas para seus candidatos aos cargos executivos e legislativos estaduais e federais.
Em contrapartida, há articulações de oposições locais que tentam fazer frente a essa hegemonia. No entanto, o próprio grupo no poder lida com movimentações internas de aliados que objetivam projeção política futura, gerando disputas latentes por espaços e potenciais choques de interesses.
Opinião • 29/08/2026 às 22:56
As campanhas eleitorais migraram de forma definitiva para o ambiente hiperconectado da internet. De acordo com dados de opinião pública e comportamento eleitoral, a maioria dos cidadãos prefere buscar informações sobre candidatos e propostas diretamente por plataformas digitais, superando mídias tradicionais como a televisão e o rádio. Esse cenário permite que candidatos e eleitores interajam sem intermediários, de forma ágil e orgânica.
Opinião • 28/08/2026 às 23:11
Em vez de o período eleitoral servir como uma vitrine de soluções para as demandas históricas da população, as ferramentas de comunicação têm sido frequentemente utilizadas para confundir e desestabilizar o eleitorado. Esse ambiente de ruído informacional acaba por obscurecer questões fundamentais que afetam diretamente o cotidiano dos paraenses, como a gestão fiscal do estado e a eficácia dos serviços públicos.
Opinião • 28/08/2026 às 11:05
Sabino achou que estava fazendo uma grande jogada e uma articulação política genial. Ele só não contava que, na escola onde estudou política, Helder Barbalho é o professor. Foi aí que começou uma pressão que pode deixar tanto ele quanto sua esposa fora do poder. Tentando pegar carona na barca vermelha do PT no Pará, Celso buscou o apoio de lideranças históricas como Paulo Rocha e Ana Júlia. No entanto, o acordo principal de Lula é com o "Rei do Norte", que apenas evitou citar o nome do presidente em seus comícios. Logo, tudo mudou: Paulo Rocha abraçou a candidatura de Chicão, o PT no Pará mudou o ritmo do tecnobrega, e o ex-ministro, a cada nova pesquisa de Helder, parece dançar o chorinho.
Opinião • 20/05/2026 às 02:25
Pouco antes do fim da Idade Média, Gutenberg, o precursor dos portais modernos, chocou o mundo. Se a prensa foi ponte para novas rotas e saberes, a inteligência artificial é portal multidimensional — personalizada, veloz, capaz de abrir mil caminhos para quem sabe pedir, conjurar, escrever o prompt certo. Sua máquina mudou o destino do saber.
Na Europa sem redes sociais, internet ou IA, só os abastados tocavam os livros, copiados à mão por profissionais raros e caros — verdadeiros craques do saber, disputados como astros do futebol de hoje. Um único exemplar podia tomar décadas de trabalho.