Giro pelo Pará • 10/09/2026 às 12:07
Agora, o cenário mudou. A pedido do ex-governador Helder Barbalho e do presidente da Alepa, deputado estadual Chicão, Marília — como é amplamente conhecida — entra de última hora na disputa rumo à Câmara Federal pelo Progressistas (PP).
Opinião • 28/08/2026 às 23:11
Em vez de o período eleitoral servir como uma vitrine de soluções para as demandas históricas da população, as ferramentas de comunicação têm sido frequentemente utilizadas para confundir e desestabilizar o eleitorado. Esse ambiente de ruído informacional acaba por obscurecer questões fundamentais que afetam diretamente o cotidiano dos paraenses, como a gestão fiscal do estado e a eficácia dos serviços públicos.
Opinião • 28/08/2026 às 11:05
Sabino achou que estava fazendo uma grande jogada e uma articulação política genial. Ele só não contava que, na escola onde estudou política, Helder Barbalho é o professor. Foi aí que começou uma pressão que pode deixar tanto ele quanto sua esposa fora do poder. Tentando pegar carona na barca vermelha do PT no Pará, Celso buscou o apoio de lideranças históricas como Paulo Rocha e Ana Júlia. No entanto, o acordo principal de Lula é com o "Rei do Norte", que apenas evitou citar o nome do presidente em seus comícios. Logo, tudo mudou: Paulo Rocha abraçou a candidatura de Chicão, o PT no Pará mudou o ritmo do tecnobrega, e o ex-ministro, a cada nova pesquisa de Helder, parece dançar o chorinho.
Giro pelo Pará • 28/08/2026 às 01:38
O anúncio pegou a classe política local de surpresa. O pleito de 2026 tem servido de vitrine para 2028, fortalecendo nomes e alianças estaduais focadas na futura disputa municipal. Esposa do ex-vereador e ex-prefeito interino Mello, Marília surgiu na política maritubense em 2024. Sua candidatura atual a deputada federal traz uma dinâmica extra à política de Marituba, que já conta com Pedrinho Borges (PSD), mais um político local, concorrendo ao mesmo cargo.
Artigos • 22/08/2026 às 21:32
Historicamente, a exigência do diploma de ensino superior na área foi instituída durante a ditadura militar pelo Decreto-Lei nº 972, de 17 de outubro de 1969. Assinado pela Junta Militar da época, o dispositivo buscava controlar o ambiente das redações e afastar intelectuais, artistas e opositores políticos do regime. Essa regra vigorou por 40 anos, até ser derrubada pelo STF em junho de 2009, por 8 votos a 1, sob o entendimento de que violava a liberdade de expressão e de imprensa garantidas pela Constituição de 1988.
Globalmente, a maioria das democracias consolidadas e dos parceiros comerciais do Brasil não exige formação acadêmica específica para o exercício do jornalismo.