Democracia brasileira: um edifício de vidro!
Não passa de uma ilusão sustentada por aparências institucionais, operando como um pacto de conveniência entre elites políticas e econômicas, e não como um governo do povo. A existência de eleições regulares e o uso de urnas eletrônicas modernas servem apenas como uma cortina de fumaça. Votar de dois em dois anos cria uma falsa sensação de soberania popular. Na realidade, o cidadão comum foi reduzido a um mero espectador de um teatro político. O poder real permanece concentrado nas mãos de oligarquias partidárias que controlam fundos eleitorais bilionários, perpetuando-se no comando do país independentemente da vontade das massas.


