Giro pelo Pará • 19/06/2026 às 02:10
Em estudos da historiografia paraense, têm-se encontrado indícios da formação de vários quilombos no Baixo Tocantins. Alguns foram destruídos, enquanto outros jamais foram descobertos. Os quilombolas, quando ameaçados pela reescravidão e pela busca por sobrevivência, adentravam matas, rios e igarapés. No interior da floresta, reproduziam novos mocambos, como ocorreu no Distrito de Juaba (Cametá), em Mocajuba e em Baião. No distrito de Juaba, às margens do igarapé Itapocu, formou-se, na segunda metade do século XVIII, o quilombo do Mola (ou Itapocu), um dos mais importantes focos de resistência negra da região.
Giro pelo Pará • 09/04/2026 às 15:39
Assembleia Geral a ser realizada no dia 19 de abril de 2026, às 9h, em sua sede.
Giro pelo Pará • 01/12/2025 às 22:18
Benjamin relatou às autoridades competentes, que o primeiro ataque foi em uma sede bastante conhecida em Cametá, no dia 6 de setembro, na ponte RC, onde as câmeras filmaram o momento das agressões e o outro ataque, segundo este, aconteceu dia 30 de novembro, agora recente, na praia da Aldeia também no município de Cametá.
Giro pelo Pará • 29/09/2025 às 00:44
Diz a história, que o distrito de Beja foi o berço da colonização de Abaetetuba. Por volta de 1635, padres capuchinhos vindos do Convento do Una, em Belém, após percorrerem os rios da região, juntaram-se a uma aldeia de tribos indígenas nômades.
Giro pelo Pará • 13/07/2025 às 13:36
Os povos indígenas que habitavam o baixo Tocantins pertenciam principalmente aos grupos Karajá, Javaé e Xambioá, que se autodenominam Iny