Cametá, no contexto das águas. Em que evoluiu esse município na região?

Município de Cametá, no Baixo Tocantins

O município de Cametá está inserido num contexto rico em recursos hídricos, com rios como o Tocantins, Aricurá, Cupijó, Guajará e Paruru, além de igarapés. Apesar da abundância de água doce, a população, especialmente nas ilhas, enfrenta desafios no acesso à água potável, com iniciativas recentes da prefeitura visando construir sistemas de abastecimento. A gestão de resíduos sólidos nas comunidades ribeirinhas também é um desafio, com projetos em curso para garantir o manejo adequado dos resíduos.

A evolução do município de Cametá, no Pará, remonta a 1635, quando foi fundada como uma das cidades mais antigas da Amazônia. Em 1713, foi reconhecida como vila, e posteriormente, em 1848, alcançou o status de cidade. A cidade passou por uma mudança de localização no início do século XVIII, de um local inicial para o que é hoje a cidade, conhecido pelos indígenas como "Murajuba", devido à erosão da ribanceira. A cidade é a mais antiga e tradicional nos baixos rios do Tocantins, sendo que o seu nome foi emprestado à antiga microrregião de Cametá. O nome "Cametá" vem do tupi "Ka'a" (floresta) e "Mutá" (degrau), significando "degrau da floresta".

Os principais problemas em Cametá incluem a poluição do lençol freático por chorume de lixão, que pode contaminar as fontes de água do município e do rio Tocantins. A falta de planejamento e políticas públicas para o saneamento básico, como um Plano Municipal de Saneamento Básico, também é um problema, resultando em doenças relacionadas à falta de saneamento. A erosão hídrica e os incêndios florestais, agravados pela estação seca, são outros desafios significativos.

Os principais problemas em Cametá, no Pará, incluem a poluição do lençol freático por chorume de lixão, que pode contaminar as fontes de água do município e do rio Tocantins. A falta de planejamento e políticas públicas para o saneamento básico, como um Plano Municipal de Saneamento Básico, também é um problema, resultando em doenças relacionadas à falta de saneamento. A erosão hídrica e os incêndios florestais, agravados pela estação seca, são outros desafios significativos.

O município de Cametá não possui Política Municipal de Saneamento Básico, mas tem um Plano Municipal de Saneamento Básico, o que indica que a questão do saneamento é uma preocupação da administração local.

A falta de regulamentação para o transporte de passageiros entre Cametá e outras cidades, como Oeiras do Pará, gera problemas para a população e para a segurança do transporte.

Cametá também enfrenta outros desafios como a falta de infraestrutura em áreas rurais, onde há necessidade de investimentos em educação e saúde, e a importância de fortalecer a segurança pública local, principalmente em função do tráfico de drogas.

A população do município de Cametá chegou a 134.184 habitantes, segundo o Censo de 2022, o que representa um aumento de 10,99% em comparação com o Censo de 2010.

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Bárbara Silva

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