O Pará de muitos problemas e pobreza, porém a caminho de uma eleição sem propostas

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O Pará enfrenta um cenário crítico de vulnerabilidade social, frequentemente figurando entre os estados mais pobres do Brasil, com cerca de 60,89% da população vivendo na pobreza em 2022, segundo a Fapespa. A extrema pobreza no estado é acentuada, com municípios como Chaves, liderando rankings de baixa renda, evidenciando profunda desigualdade e desafios logísticos e de infraestrutura.

No ranking das cidades mais pobres do Pará, Chaves é citada como uma das cidades mais pobres, com renda per capita média extremamente baixa. Bagre é a segunda cidade mais pobre do Pará e Santa Cruz do Arari aparece como terceira.

Outros municípios com altos índices de pobreza incluem São João da Ponta, Ipixuna do Pará, Cachoeira do Arari e Afuá.

Dados de 2024 indicam que, sem programas sociais, a taxa de pobreza geral no estado chegaria a 47,8%.

A renda per capita no estado do Pará registra uma das menores rendas domiciliares per capita do país, com média de cerca de R$ 423 até 2024.

Outro fator é a desigualdade social, onde o índice de Gini é alto (0,492), evidenciando forte concentração de renda.

Municípios paraenses costumam aparecer no ranking dos menores PIBs nominais, como Santarém Novo, São João da Ponta, Faro, Peixe-Boi e Terra Alta.

A grande extensão territorial dificulta a implementação de políticas públicas e infraestrutura, especialmente em áreas distantes da capital.

Programas sociais federais, como o Bolsa Família, têm sido essenciais para evitar o agravamento da pobreza no estado.

É nesse cenário da vida real, que os dois principais grupos políticos na atualidade, no estado se digladiam com vertentes à justiça numa disputa preliminar para ver quem é mais ou menos corrupto que o outro, onde caminhando aos 8 anos de poder de Helder Barbalho, pelos números acima, nos parece que o paliativo não tem resolvido o problema dos mais pobre no Pará.

Mas essa realidade não é de agora, vem desde a época em que Daniel Santos, atual prefeito de Ananindeua, era aliado do atual governador.

Mais pelos menos, os escândalos de corrupção deflagrados de um e de outro, mostra a todos nós paraenses, o caminho e as escolhas que temos pela frente, no qual escolher um governador que venha procurar resolver os nossos problemas está distante, mas quem sabe não poderemos escolher um menos corrupto, que eles continuem se digladiando.

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Jece Cardoso

Colunista

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